miércoles , 4 febrero 2026

Petición para firmar en defensa de la ciencia aplicada a la medicina

  • Petição para assinar e enviar ao Ministério da Saúde do Brasil, em defesa da ciência aplicada à medicina. Por favor, adicione sua assinatura, obrigado!
  • Petición para firmar para enviar al Ministerio de Salud de Brasil, en defensa de la ciencia aplicada a la medicina, adhiera con su firma, gracias!
  • Petition to sign and send to the Brazilian Ministry of Health, in defense of science applied to medicine. Please add your signature, thank you!

Al Ministerio de Salud de Brasil

En defensa de la ciencia aplicada a la medicina

Señor Ministro de Salud, Dr. Alexandre Padilha:

Los firmantes de esta carta se dirigen a Usted para expresar, con profundo sentido de responsabilidad, su preocupación ante las recientes declaraciones divulgadas por la prensa nacional, por sus redes oficiales y por el documento emitido por la Abogacía General de la Unión.

El domingo 16/11/25, que Usted afirmó que “no sería indulgente y combatiría a los médicos” que, según su criterio, serían “antivacunas”. A partir de esa declaración se anunciaron cuatro líneas de acción orientadas a perseguir profesionales que ejercen una medicina basada en evidencias científicas emergentes, muchas de las cuales aún no han sido incorporadas a los protocolos oficiales. No es la ciencia la que falla: es la burocracia estatal la que no consigue acompañar la velocidad del conocimiento producido en las principales revistas científicas del mundo.

Entre las medidas ya adoptadas, destaca la notificación extrajudicial enviada a empresas de big tech —como Meta e Instagram— para exigir la censura y retirada de contenidos que presenten estudios científicos divergentes de la posición gubernamental. Esta iniciativa constituye una grave violación de la libertad científica y del ejercicio ético de la medicina. No es una política de salud: es un acto político que impone censura y limita el derecho constitucional de los médicos a informar y debatir. Tales prácticas son típicas de regímenes autoritarios y no de una democracia madura.

La ciencia avanza precisamente mediante la crítica, la revisión y la confrontación de hipótesis. Silenciar argumentos, impedir la difusión de nuevas evidencias y restringir el debate abierto no solo contradice los principios científicos más elementales: constituye una forma explícita de negacionismo.

Resulta igualmente alarmante el papel que parte de la gran prensa ha asumido al reproducir narrativas alineadas con intereses de megaempresas multinacionales cuyos objetivos no siempre coinciden con el bien público. Investigaciones financiadas por corporaciones requieren máxima transparencia, atención al sesgo y absoluta claridad sobre los conflictos de interés involucrados. El ciudadano brasileño no puede quedar sometido a la influencia de conglomerados que, en numerosos casos, desafían incluso la soberanía nacional.

Brasil posee una comunidad científica y médica altamente calificada, capaz de formular análisis independientes y sólidos frente a presiones externas. El país ya no admite ser tratado como una colonia científica o económica.

La autonomía médica es un principio innegociable y es esencial para garantizar que cada paciente sea atendido de manera individualizada, especialmente los más vulnerables. El derecho de elección y la libertad individual están protegidos tanto por la Declaración Universal de los Derechos Humanos como por la Constitución Federal de 1988. No existe democracia sin libertad para investigar, debatir y ejercer la medicina conforme a la conciencia y al conocimiento técnico.

Brasil no vive bajo una dictadura. Por ello, no puede tolerar prácticas de censura, ni la imposición de productos médicos con riesgos potenciales, particularmente cuando su uso presenta características experimentales o no está plenamente justificado por el perfil epidemiológico.

Un gobierno verdaderamente comprometido con la salud pública debe ofrecer transparencia total en los datos epidemiológicos —incluidos los del gobierno anterior— sin restricciones ni filtrado político. Es obligación del Ministerio de Salud divulgar estos datos en tiempo real, permitiendo responder adecuadamente a los escenarios epidemiológicos y protegiendo la vida de todos los ciudadanos. Esto es lo mínimo que se espera de una institución que actúa en nombre de un país democrático.

Mientras el mundo revisa sus políticas de diagnóstico, tratamiento y vacunación contra la COVID-19, adoptando mayor transparencia y apertura al debate, causa profunda preocupación ver a Brasil aislado en la práctica de vacunar con un inmunizante cuestionado a bebés y niños de hasta cinco años, un grupo claramente fuera del rango de riesgo.

Ante este escenario, solicitamos de forma firme y urgente:
1. la suspensión inmediata de toda forma de censura científica;
2. la apertura de un debate técnico equilibrado, liderado por el Ministerio de Salud, con participación amplia de la comunidad científica independiente;
3. la divulgación completa y transparente de los datos sobre efectos adversos de las vacunas;
4. la publicación de los índices de mortalidad por todas las causas correspondientes a los últimos cinco años.

Solo la transparencia absoluta puede devolver credibilidad a las instituciones, restablecer la confianza de la población y permitir que la ciencia vuelva a ocupar el lugar que le corresponde: servir a la vida y al bien común de forma honesta, ética y responsable

Ao Ministério da Saúde do Brasil

Em defesa da ciência aplicada à medicina

Senhor Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha,

Os signatários deste documento vêm, com o devido respeito, manifestar-se acerca das matérias divulgadas na imprensa nacional, em vossas redes sociais e no recente documento emitido pela Advocacia-Geral da União.

No domingo, 16/11/25, Vossa Excelência declarou que “não seria leniente e iria combater os médicos” que, segundo seu juízo, seriam “anti-vacinas”. A partir disso, foram anunciadas quatro linhas de ação direcionadas contra médicos que praticam medicina baseada em evidências científicas que, por vezes, ainda não encontraram acolhida nos protocolos oficiais do Ministério da Saúde. A máquina burocrática do Estado, com suas normas e regulações, não raro se mostra incapaz de acompanhar a produção científica publicada nas mais respeitadas revistas do mundo.

Entre essas iniciativas já postas em prática destaca-se a notificação extrajudicial enviada a empresas de big tech — como Meta e Instagram — visando impedir publicações e determinar a retirada de conteúdos que apresentem estudos científicos divergentes da posição oficial do governo. Tal medida silencia médicos e pesquisadores comprometidos com a ciência e com a ética. Não se trata de uma ação de saúde, mas de uma decisão política de impor censura: uma limitação indevida do exercício regular da profissão médica, típica de ambientes politicamente autoritários.

O conhecimento científico é, por natureza, provisório e sujeito a revisão contínua — daí falarmos em “progresso científico”. Proibir críticas fundamentadas, impedir a difusão de novas evidências e obstruir o debate é negar a própria ciência, postura característica de negacionistas.

Lamentavelmente, parte da grande mídia tem servido, não raras vezes, a interesses de megaempresas multinacionais que nem sempre convergem com o bem público. Pesquisas financiadas por grandes corporações exigem cautela por causa de seu evidente viés, assim como a devida exposição de eventuais conflitos de interesse.

Não se pode permitir que o cidadão brasileiro seja manipulado pelo poder econômico de conglomerados multinacionais que, por vezes, afrontam a soberania nacional.

O Brasil possui uma sólida elite intelectual capaz de apresentar argumentos robustos e independentes diante das pressões dos países ricos, que com frequência buscam impor aos países em desenvolvimento políticas que não adotam para si. O país não é mais colônia de ninguém.

A autonomia médica é essencial para que cada brasileiro seja atendido segundo suas particularidades, com real consideração pelas minorias e pelos mais vulneráveis.

O direito de escolha e a liberdade individual encontram-se resguardados tanto na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão quanto na Constituição Federal de 1988, justamente para impedir formas de opressão, sobretudo sobre os mais pobres.

O Brasil não vive mais sob uma ditadura. Por isso, não pode admitir a censura nem a imposição do uso de produtos que acarretem risco à saúde, sobretudo quando dotados de caráter experimental.

Senhor Ministro, um governo verdadeiramente comprometido com o bem comum deve garantir pleno acesso aos dados epidemiológicos, inclusive do governo anterior, de maneira transparente e sem filtros. É dever prioritário promover a ampla divulgação desses dados, definindo em tempo real os diversos quadros epidemiológicos, para viabilizar ações de saúde que realmente protejam a população. Isso é o que se espera de um ministério da saúde digno de um país democrático.

Enquanto o mundo inteiro revisou suas normas relativas ao diagnóstico e ao tratamento da CoVID-19, bem como a eficácia e a segurança das vacinas, abrindo o debate científico à sociedade, causa estranheza ver o Brasil isolado na prática de aplicar a já considerada arriscada vacina contra a Covid em bebês e crianças de até cinco anos — um grupo notoriamente fora da faixa de risco.

Sempre é tempo de reconsiderar diretrizes. Assim, solicitamos:
1. a imediata suspensão das ações de censura científica;
2. a abertura de um debate científico equilibrado, conduzido por vosso ministério;
3. a divulgação dos dados referentes aos efeitos adversos das vacinas;
4. a exposição dos índices de mortalidade por todas as causas dos últimos cinco anos.

Somente a plena transparência pode devolver luz à ciência e servir verdadeiramente à vida.

To the Brazilian Ministry of Health

In defense of science applied to medicine, Mr. Minister of Health,

Health Minister, Dr. Alexandre Padilha,

The undersigned respectfully wish to express their views regarding the matters published in the national press, on your social media networks, and in the recent document issued by the Attorney General’s Office.

On Sunday, November 16, 2025, Your Excellency declared that you “would not be lenient and would combat doctors” who, in your judgment, were “anti-vaccine.” Following this, four lines of action were announced against doctors who practice evidence-based medicine, which, at times, was not yet accepted in the official protocols of the Ministry of Health.

The bureaucratic machinery of the State, with its rules and regulations, often proves incapable of keeping up with the scientific production published in the most respected world journals.

Among the initiatives already implemented, the extrajudicial notification sent to big tech companies—such as Meta and Instagram—stands out, aiming to prevent publications and demand the removal of content that presents scientific studies that diverge from the government’s official position.

This measure silences doctors and researchers committed to science and ethics. This is not a health action, but a political decision to impose censorship: an undue limitation on the regular exercise of the medical profession, typical of politically authoritarian environments. Scientific knowledge is, by nature, provisional and subject to continuous revision—hence our talk of «scientific progress.»

Prohibiting well-founded criticism, preventing the dissemination of new evidence, and obstructing debate is to deny science itself, a characteristic stance of denialists. Regrettably, part of the mainstream media has often served the interests of multinational mega-corporations that do not always align with the public good.

Research funded by large corporations requires caution because of its evident bias, as well as the proper disclosure of any potential conflicts of interest. Brazilian citizens cannot be allowed to be manipulated by the economic power of multinational conglomerates that sometimes infringe upon national sovereignty. Brazil possesses a solid intellectual elite capable of presenting robust and independent arguments in the face of pressure from rich countries, which frequently seek to impose policies on developing countries that they do not adopt for themselves. Brazil is no longer a colony of anyone. Medical autonomy is essential so that each Brazilian receives care according to their individual needs, with genuine consideration for minorities and the most vulnerable. The right to choose and freedom are both protected in the Universal Declaration of Human Rights and the 1988 Federal Constitution, precisely to prevent forms of oppression, especially against the poorest.

Brazil is no longer living under a dictatorship. Therefore, it cannot allow censorship or the imposition of products that pose a health risk, especially those of an experimental nature.

Mr. Minister, a government truly committed to the common good must guarantee full access to epidemiological data, including that of the previous government, in a transparent and unfiltered manner. It is a priority to promote the broad dissemination of the various epidemiological scenarios, actions that truly protect the population. This is what is expected of a health ministry worthy of a democratic country.

While the entire world has revised its standards regarding the diagnosis and treatment of COVID-19, as well as the efficacy and safety of vaccines, opening the scientific debate to society, it is strange to see Brazil isolated in the practice of applying the already considered risky COVID vaccine to babies and children up to five years old—a group notoriously outside the risk range. It is always time to reconsider guidelines. Therefore, we request: 1. the immediate suspension of scientific censorship actions; 2. the opening of a balanced scientific debate, conducted by your ministry; 3. the disclosure of data regarding the adverse effects of vaccines; 4. the disclosure of mortality rates from all causes for the last five years. Only full transparency can restore light to science and truly serve life.

En defensa de la ciencia aplicada a la medicina

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Luego de haberme informado sobre este tema, me adhiero a la carta en defensa de la ciencia aplicada a la medicina

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